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6 lugares a visitar no Algarve em desconfinamento

Recentemente sugerimos aos nossos leitores internacionais um conjunto de dez locais únicos para visitar no Algarve em tempos de desconfinamento “pós-Covid19”. É chegado o momento de o dedicarmos também aos nossos leitores nacionais, pois este será, mais do que qualquer outro, o verão em que seremos chamados a descobrir a riqueza e a diversidade naturais e culturais do nosso país, em alternativa às grandes praias.

Aljezur

A costa ocidental algarvia é menos “famosa” que as praias do litoral sul. Em parte por estar exposta ao Ocidente e à sua ondulação, mas em grande parte também por ser menos urbanizada. Está-se em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e aqui se encontram algumas das praias menos visitadas de todo o distrito de Faro.

Faro

E por falar na capital algarvia, será que já conhece realmente bem o seu centro histórico. A Sé Catedral, a Porta Árabe e o Arco da Vila são apenas alguns dos seus pontos de interesse.

Silves

A cor vermelha do castelo de Silves, única no país, explica-se pelo arenito típico desta região. Construído no período islâmico, é um testemunho vivo do tempo em que Silves era uma das maiores e mais ricas cidades da Península Ibérica.

Pego do Inferno

Uma cascata de água que cai directamente numa lagoa não é um cenário que se associe a Portugal. E no entanto ali está, a poucos quilómetros de Tavira. Não é tão óbvia como as praias marítimas da região, e esse é um dos seus pontos fortes em tempos de desconfinamento.

Alcoutim

Isolamento e tranquilidade é o dia a dia da vila ribeirinha de Alcoutim. Quem aqui chega fica maravilhado pela beleza do lugar e pergunta-se se o futuro de Portugal não passará por uma ocupação mais equilibrada do território, assente em boas estradas e nas comunicações baseadas na internet 5G.

Sagres

Este é um dos pontos de visita no Algarve mais óbvios, ou pelo menos mais famosos, mas ainda assim muitos Portugueses nunca lá foram. Nunca experimentaram a nítida sensação de “fim da terra” evocada por aqueles promontórios (Sagres e o vizinho São Vicente) rodeados de água por quase todos os lados. Não, o Infante D. Henrique não teve aqui uma escola de navegação, mas isso não faz com o que o lugar seja menos sagrado. Foi esse mesmo o nome que os Romanos lhe deram (“Sacrus”) e que mantemos até hoje.